Como Baixar Músicas Forró?

Quer baixar música de Forró? Vamos te ajudar a encontrar o melhores sites de Download de músicas e Serviços de Streaming isso legalmente, você vai poder baixar MP3 e ouvir música onde você desejar. Confira!


Forró

Conheça mais sobre o estilo musical Forró.

O forró é uma dança popular de origem nordestina. A origem do nome forró tem várias versões, porém a mais aceita é a do folclorista e pesquisador da cultura popular Luiz Câmara Cascudo. Segundo ele, a palavra forró deriva da abreviação de forrobodó, que significa arrasta-pé, confusão, farra. O Forró é uma festa originária da Região Nordeste do Brasil, bastante popular e comum, especialmente nas festas juninas. O nome da festa forró é usado para nomear distintos gêneros musicais como o xote, baião, arrasta-pé e o xaxado, por isso quem não conhece suas histórias, as confundem com um gênero único. As músicas são executadas tradicionalmente por trios instrumentais com acordeão (“sanfona”), zabumba e triângulo. Forró também é um dos gêneros musicais da festa forró, o qual foi criado por Luiz Gonzaga em 1958. A dança do xote(dois pra lá e dois pra cá) passou a acompanhar as músicas desse novo gênero e a ser chamada de dança do forró. Os gêneros musicais executados nos forrós, desde a década de 90 também são chamados agrupadamente de forró pé-de-serra. Conhecido e praticado em todo o Brasil, o forró é especialmente popular nas cidades brasileiras de Caruaru e Campina Grande, que sediam as maiores festas juninas do país.


Playlist das 100 Músicas mais Baixadas Forró


Top 10 Músicas Mais Tocadas do Forró

  1. Amor de Mentira

    Calcinha Preta – Calcinha Preta

  2. Manicure

    Solange Almeida – Essência 2

  3. Asas

    Falamansa – Deixa Entrar

  4. Juramento Do Dedinho

    Mano Walter – Sem Rótulos

  5. Saudade Boa

    Jonas Esticado ft. Felipe Araújo – Recuse Imitação

  6. Então Vem Cá

    Mano Walter pt. Claudia Leitte – Ao Vivo Em São Paulo

  7. Casal Raiz

    Xand Avião – Errejota (ao Vivo)

  8. Só Pra Castigar

    Wesley Safadão – WS Mais Uma Vez

  9. Quem Me Dera

    Márcia Fellipe e Jerry Smith – Made In Studio

  10. Jenifer

    Gabriel Diniz – À Vontade



Lista dos Artistas e Ranking das Músicas de Forró

Principais Artistas do Forró

Alberto Salgado
Alcymar Monteiro
Alma de Fulô
Amelinha
Arreio de Ouro
As Despejadas
Aviões do Forró
Ayla
Baião de Luzia
Banda 100 Stress
Banda Bichinha Arrumada
Banda Calugi
Banda Capital do Sol
Banda Cavalo de Pau
Banda Cebola Ralada
Banda Djavú
Banda Forroxé
Banda Líbanos
Banda Magníficos
Banda Maré Maré Cheia
Banda Tarraxinha
Banda Xeiuz de Malícia
Batista Lima
Bia Socek
Bicho de Pé
Bonde do Forró
Bonde do Maluco
Brunno Vianna
Bruno Holanda
Bruno Pena e Christiano
Caboclo Mendonço
Cacau Com Leite
Cadu Romeiro
Caju & Castanha
Calango Aceso
Calcinha Preta
Camisa Suada
Cangaia de Jegue
Capim com Mel
Carlinhos Maranhão
Carolina Maria

Catuaba Com Amendoim
Cavaleiros do Forró
Caviar Com Rapadura
Cezinha dos Teclados
Chamego Matuto
Chico Terra
Circuladô de Fulô
Companhia do Calypso
Compositor Raiff
Cosme Vieira
Daniel Lorena
Danny e Banda Mega Star
Danny Mellody
Davi Firma
Davi Santana
De Simone
Desejo de Menina
Dina Rosa
Diogo Cachorrão
Dominguinhos
Dorgival Dantas
Dr. Ed
Duquinha e Nordestino do Ritmo
Eduardo Costa
Elba Ramalho
Erich e Bruno
Estakazero
Fabiane Gurgel
Fabinho dos Teclados
Fábio Carneirinho
Fabrícia
Falamansa
Felipão e Forró Moral
Ferro Na Boneca
Fêu
Flávio José
Forró Açucarado
Forró Amor Bandido
Forró Anjo Azul
Forró Balança Nóis
Forró Balancear

Forró Bem Tivi
Forró Boys
Forró do Ferroado e Piu Cantor
Forró do Muído
Forró Estourado
Forró Eterna Paixão
Forró Karamelado
Forró Lagosta Bronzeada
Forró Maliciar
Forró na Moda
Forró Pé de Ouro
Forró Pegado
Forró Real
Forró Saborear
Forró Sacode
Forró Suco de Pimenta
Forrozão Mesa de Cabaré
Forrozão Tropykália
Forrozão Xote 10
Forrueiros
Frank Aguiar
Franky e Jacque
Furacão do Forró
Gabriel Guerra 2k18
Gabriel Lenner
Gabriella Grisi
Gabryell Moraes
Gatinha Manhosa
Gaviões do Forró
GDO do Forró
Genival Lacerda
Geraldinho Lins
Geraldo Luiz
Gilvan Nascimento
Grupo Belêlê
Helena Reis
Hermelinda
Inácio Pina
Jackson do Pandeiro
Jatinhos do Forró
Jheymysson Gonçalves da Silva

Jhony Cinco
João do Vale
Job e Juliano
Joel Rodriguez
Joelma Mota
José & Josué
Júlio José S.
Júnior Cordeiro
Junior Limeira
Kelly Freitas Elétrica
Kelps
Kinho Farreiro
Lágrimas Reais
Lanna e Juliana
Léo Henrrike
Limão Com Mel
Louro Santos e Forró da Malagueta
Luan e Forró Estilizado
Lucas Pavani
Lucca Oliveira
Lucy Alves
Luiz Gonzaga
Maco Gerais
Mala 100 Alça
Mano Walter
Marcelo Bragato
Marcelo Marrone
Marília Marques
Marinês
Mastruz Com Leite
Max Rocha
Mestre Zinho
Moleca 100 Vergonha
Musa da Balada
Noah Netto
Onildo Barbosa e Seus Cabras da Peste
Os 3 do Nordeste
Os 4
Paulinho, Cancioneiro
Pedro Alves de Araújo
Penalva

Pepe Moreno
Petrucio Amorim
Piradões do Forró
Potiguá
Rafa Cout
Rafa Novaes
Rasta Chinela
Rastapé
Robério e Seus Teclados
Roberto Amaro Bento
Rodrigo D'Sá E Os Serafins
Rogério Farias O Poeta do Sertão
Rose Hill
Saia Rodada
Santanna, O Cantador
Sivuca
Solteirões do Forró
Stefhany
Tem Que Ter Xodó
Thiago e Ricardo
Thiago Moura
Ticy Vianna
Tiririca
Tok Cigano
Ton Oliveira
Trio Borogodó
Trio Candiêiro
Trio Chapahall's
Trio Dona Zefa
Trio Forrozão
Trio Juriti
Trio Luar
Trio Meketrefe
Trio Nordestino
Trio Virgulino
Vavá Bandeira & Naldinho
Victor Ugo
Washington Brasileiro
Wesley Safadão
Zé Mariano Júnior
Zezo



Saiba mais sobre a história do estilo musical: Forró.

O forró é uma dança popular de origem nordestina. A origem do nome forró tem várias versões, porém a mais aceita é a do folclorista e pesquisador da cultura popular Luiz Câmara Cascudo. Segundo ele, a palavra forró deriva da abreviação de forrobodó, que significa arrasta-pé, confusão, farra.

O Forró é uma festa originária da Região Nordeste do Brasil, bastante popular e comum, especialmente nas festas juninas. O nome da festa forró é usado para nomear distintos gêneros musicais como o xote, baião, arrasta-pé e o xaxado, por isso quem não conhece suas histórias, as confundem com um gênero único.

As músicas são executadas tradicionalmente por trios instrumentais com acordeão (“sanfona”), zabumba e triângulo.

Forró também é um dos gêneros musicais da festa forró, o qual foi criado por Luiz Gonzaga em 1958.

A dança do xote(dois pra lá e dois pra cá) passou a acompanhar as músicas desse novo gênero e a ser chamada de dança do forró.

Os gêneros musicais executados nos forrós, desde a década de 90 também são chamados agrupadamente de forró pé-de-serra.

Conhecido e praticado em todo o Brasil, o forró é especialmente popular nas cidades brasileiras de Caruaru e Campina Grande, que sediam as maiores festas juninas do país.

Já nas capitais Aracaju, Fortaleza, João Pessoa, Natal, Maceió, Recife, Teresina e Salvador, são tradicionais as festas e apresentações de bandas de forró em eventos privados que atraem especialmente os jovens.

O termo “forró”, segundo o filólogo pernambucano Evanildo Bechara, é uma redução de forrobodó, que por sua vez é uma variante do antigo vocábulo galego-português forbodó, corruptela do francês faux-bourdon, que teria a conotação de desentoação.

O elo semântico entre forbodó e forrobodó tem origem, segundo Fermín Bouza-Brey, na região noroeste da Península Ibérica (Galiza e norte de Portugal), onde “a gente dança a golpe de bumbo, com pontos monorrítmicos monótonos desse baile que se chama forbodó”.

Na etimologia popular (ou pseudoetimologia) é frequente associar a origem da palavra “forró” à expressão da língua inglesa for all (para todos). Para essa versão foi inventada uma engenhosa história: no início do século XX, os engenheiros britânicos, instalados em Pernambuco para construir a ferrovia Great Western, promoviam bailes abertos ao público, ou seja for all. Assim, o termo passaria a ser pronunciado “forró” pelos nordestinos.

Outra versão da mesma história substitui os ingleses pelos estadunidenses e Pernambuco por Parnamirim (Rio Grande do Norte) do período da Segunda Guerra Mundial, quando uma base militar dos Estados Unidos foi instalada nessa cidade.

Apesar da versão bem-humorada, não há nenhuma sustentação para tal etimologia do termo. Em 1912, estreou a peça teatral “Forrobodó”, escrita por Carlos Bettencourt (1890-1941) e Luís Peixoto (1889-1973), musicada por Chiquinha Gonzaga[14] e em 1937, cinco anos antes da instalação da referida base militar em território potiguar, a palavra “forró” já se encontrava registrada na história musical na gravação fonográfica de “Forró na roça”, canção composta por Manuel Queirós e Xerém.

História do Forró

Os bailes populares eram conhecidos em Pernambuco por “forrobodó” ou “forrobodança” ou ainda “forrobodão” já em fins do século XIX.

O forró tornou-se um fenômeno pop em princípios da década de 1950.

Em 1949, Luiz Gonzaga gravou “Forró de Mané Vito”, de sua autoria em parceria com Zé Dantas e em 1958, “Forró no escuro”. No entanto, o forró popularizou-se em todo o Brasil com a intensa imigração dos nordestinos para outras regiões do país, especialmente, para as capitais: Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Nos anos 60, além de Luiz Gonzaga, destacaram-se artistas como Marinês, Ary Lobo, Zito Borborema, Luiz Wanderley, Sebastião do Rojão, Jacinto Silva e muitos outros.

Nos anos 1970, surgiram, nessas e em outras cidades brasileiras, “casas de forró”. Foi nessa década que surgiu a moda do forró de duplo sentido, consagrada pelas composições e interpretações de João Gonçalves. Outros grandes cantores do período foram Zenilton e Messias Holanda.

No fim desta década, intrumentos como a bateria, o baixo elétrico e a guitarra elétrica já eram introduzidos nas gravações de discos de vários artistas, como Dominguinhos e o Trio Nordestino.

A década de 1980 foi de crise para o forró, o que fez com que grandes nomes do gênero aderissem ao duplo sentido das letras para atrair a atenção do público. Foi a década do chamado “forró malícia” representado por nomes como Genival Lacerda, Clemilda, Sandro Becker, Marivalda entre outros. Foi nessa década que a bateria (esporadicamente utilizada nos anos 70) foi inserida oficialmente na instrumentação do gênero, assim como a guitarra, o baixo elétrico e, mais raramento, os metais.

A década de 1980 terminou sem que o gênero conseguisse recuperar o prestígio e, nos anos 1990, surgia um movimento que procurou dar novo fôlego ao forró, adaptando-o ao público jovem; era o nascimento do reinado das bandas de “forró eletrônico”, surgidas no Ceará, cuja pioneira foi a Mastruz com Leite.

Outros grandes nomes desse movimento são Calcinha Preta (que impulsionou o crescimento do forró pelo Brasil e pelo mundo a fora), Cavalo de Pau, Magníficos e Limão com Mel.

Modernização

A modernização musical do forró iniciou no final da década de 1970, quando a bateria passou a ser utilizada de forma sutil em disco de artistas como Trio Nordestino, Os 3 do Nordeste, Genival Lacerda e outros. Na década de 1980, a bateria, guitarra elétrica e baixo elétrico faziam parte oficialmente da instrumentação dos discos de forró. Luiz Gonzaga passou a fazer uso constante desses instrumentos a partir do seu álbum de 1980, “O homem da terra”.

No início da década de 1990, surgiu no Ceará um novo meio de produzir músicas de forró, com a introdução de instrumentos como o teclado e o sax e a retirada da zabumba, mesclando com elementos da lambada, música pop e axé music, o movimento ficou conhecido como forró eletrônico ou estilizado.

Seu precursor foi o produtor musical e empresário Emanuel Gurgel, responsável pelas bandas Mastruz com Leite, Forró Cavalo de Pau, Mel com Terra e Catuaba com Amendoim.

O principal meio de divulgação foi a rádio Som Zoom Sat e a gravadora Som Zoom Estúdio pertencentes a Gurgel. Tal pioneirismo recebeu críticas por transformar o forró num produto.

Várias bandas de forró notabilizaram-se por fazer versões de clássicos do rock e do pop internacional.

A banda de rock Raimundos fez muito sucesso nos anos 1990 com o gênero, forrocore, um misto de forró com o hardcore, desde a composição musical até as letras.[16]

Revitalização

No fim da década de 1990 e início da de 2000 em São Paulo, as músicas do forró pé-de-serra foram revitalizadas na grande mídia com o surgimento de grupos e artistas solo como o Rastapé, Bicho-de-pé e o Falamansa.

O estilo desses artistas ficou conhecido como “forró universitário”, o nome é devido a se apresentarem em festas universitárias paulistanas. Ele executa gêneros musicais do forró original com acréscimos ou mudanças instrumentais.

O estilo musical pé-de-serra e universitário são na prática muito parecidos e são geralmente diferenciados pela localização geográfica dos artistas e pelo período histórico.

Forró pé-de-serra, também conhecido como forró tradicional, é a expressão utilizada para designar os estilos mais tradicionais (xote, baião e arrasta-pé), que possuem como instrumentos característicos o sanfona, zabumba e triângulo, diferentemente dos estilos mais estilizados que usam instrumentos elétricos, como o forró eletrônico.

O forró pé-de-serra designa um estilo com sonoridade de músicos tradicionais do interior do nordeste brasileiro e principais representantes de sua música, como Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Jackson do Pandeiro e Sivuca.

Em comparação com o forró pé-de-serra, a dança no universitário sofreu muitas alterações e tornando-se completamente diferente no nordeste (pé-de-serra) e no sudeste (universitário).

Tipos de danças

O forró é dançado em pares, e evoluiu para vários estilos que têm raízes em diversos outras danças, adaptadas para o molde e a estética que a cultura e a música do forró apresenta. O estilo de música, bastante abrangente dentro do forró, também irá variar com as danças.

O forró é dançado ao som de vários gêneros musicais brasileiros tipicamente nordestinos, além do gênero musical forró, entre os quais destacam-se: o xote, o baião, o arrasta-pé, o xaxado, a marcha (estilo tradicionalmente adotado em quadrilhas) e coco, e algumas vezes, o maracatu. Todos esses gêneros musicais são próximos, mas não são o mesmo que música forró.

Danças tradicionais ou populares:

Dança em casais. A característica em comum e clássica entre elas é o abraço fechado:

Xote: conhecida também como dança (tradicional) do forró. O passo original é chamado de dois para lá de dois para cá. Também são executados outros passos na mesma marcação. Ela acompanha músicas do xote e de outros gêneros como baião, coco, forró (gênero musical), rojão e toada. É a dança mais praticada nos forrós.

Baião: Tem passo de marcação binária, uma troca de pé de apoio, seguido de um quique de sola do outro pé. Ela acompanha as músicas do baião.

Arrasta-pé: executada no passo de marcha. Ela acompanha músicas do arrasta-pé/polca e frevos executados por grupos de forró.
Danças individuais, menos frequente nos forrós:

Xaxado: dança trocando o pé de apoio marcando o tempo e contratempo das músicas do xaxado. Há versão estilizadas que não marca o contratempo.

Coco: passos com soladas no chão marcando o ritmo. Ela acompanha músicas do coco.

Danças de salão

Surgiram no fim dos anos 90 em escolas de dança profissional. A partir de misturas da dança do xote/forró com outras danças. Elas acompanham alguns gêneros musicais como o xote, baião, forró (gênero musical), coco, rojão e toada. As principais danças são:

O forró roots (ou de raiz, “pé-de-serra”), no modo raiz, ela é dançada em abraço fechado e contato corporal total, característica identitária da dança (tradicional) do forró, sem fazer movimentos em posições abertas.

Sua criação começou nos eventos de forró de Itaúnas/ES, que introduziu principalmente movimentos intrínsecos e complexos de pernas, em sua maioria originados e modificados do tango e samba de gafieira.

O forró eletrônico, dançado com mais malícia e com um apelo maior para a sexualização dos pares, tem grande influência da lambada, salsa e até mesmo a bachata dominicana.

O forró universitário a maioria das figuras são em posições abertas com movimentos de braços de salsa cubana e/ou salsa L.A.(Los Angeles). Há movimentos de outras danças, como zouk e lambada em posição aberta ou no abraço do xote/forró.