Como Baixar Músicas Pagode?

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Pagode

Conheça mais sobre o estilo musical Pagode.

O pagode é um subgênero do samba. Tem suas origens no Rio de Janeiro entre o final da década de 1970 e início da década de 1980, a partir da tradição das rodas de samba feitas nos “fundos de quintal”. O termo “pagode” está presente na linguagem musical brasileira desde, pelo menos, o século XIX. Inicialmente, era associado às festas que aconteciam nas senzalas e, mais tarde, se tornou sinônimo de qualquer festa regada a bebidas alcoólicas e cantoria. Com o passar do tempo, o termo “pagode” começou a ser usado como sinônimo de samba, por causa de sambistas que se valiam deste nome pra suas festas, ou, seus pagode.. Como vertente musical, o pagode nasceria exatamente dessa manifestação popular completamente marginal aos acontecimentos musicais dos grandes meios de comunicação brasileira. A partir do surgimento de nova geração de sambistas no Rio de Janeiro nos anos oitenta, oriunda desses pagodes e que inovaria a forma de se fazer samba, o termo “pagode” batizaria espontaneamente o novo estilo musical derivado do samba.

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Playlist das 100 Músicas mais Baixadas Pagode


Top 10 Músicas Mais Tocadas do Pagode

  1. Melhor Eu Ir

    Péricles – Feito pra Durar

  2. Modo Avião

    Tiee – Tiee

  3. Saideira

    Atitude 67 – Atitude 67

  4. Pesquisa no Google

    Turma do Pagode – Misturadin 2 - Ao Vivo

  5. Domingando

    Thiaguinho – Domingando (Ao Vivo)

  6. Chopp Garotinho

    Ferrugem – Chopp Garotinho

  7. Péssimo Negócio

    Dilsinho – Terra do Nunca

  8. 50 Vezes

    Sorriso Maroto e Dilsinho – Ao Cubo, Ao Vivo, Em Cores

  9. Igrejinha

    Samprazer – Igrejinha

  10. Nem de Graça

    Pixote – Saudade Arregaça



Lista dos Artistas e Ranking das Músicas de Pagode

Principais Artistas do Pagode

100 Kaô
3zi
A Bronkka
A Voz da Razão
Ah Moleke
Alexandre Pires
Arlindo Cruz
Art Popular
Atitude 4
Banda Sem Razão
Batucada Leve
Batuque Marcado
Belo
Bezerra da Silva
Bino Santana
Black Samba
Black Style
BokaLoka
Bom Di Mix
Bom Gosto
Brilhasamba
Bruninho (Uma Nova História)
Bruno Macedo & Banda
Bruno Vidal & Wetto Lima
Cantor Guga
Cantor Marcelinho
Chokolate
Compromisso do Samba
Cristian Moura
Cupim Na Mesa
Da Cor do Prazer
Danorte
Dany e Banda
Doce Paixão

Emoção a Mais
Estilo Carioca
ExaltaSamba
Excesso de Bagagem
Expressão Maior
Fantasmão
Fashion Week
Felipe Pardhal
Fino Trato
Fundo de Quintal
Ghetto É Ghetto
Grupo a Resenha
Grupo Aqueles Caras
Grupo Batuque
Grupo Belêlê
Grupo Cê Ki Samba
Grupo Clima Diferente
Grupo Curt’aê
Grupo Dhadi 10
Grupo Disfarce
Grupo Doce Encontro
Grupo É D+
Grupo Façanha
Grupo Geração
Grupo Introdução
Grupo Jeito Natural
Grupo Lucidez
Grupo Me Leva Aí
Grupo Na Levada
Grupo Nada Combinado
Grupo Nossa Paixão
Grupo Nosso Toque
Grupo Nova Geração
Grupo Opção 3
Grupo Pedindo Bis
Grupo Percepção
Grupo Piração

Grupo Pra Valer
Grupo Pra Variar
Grupo Pura Magia
Grupo Quintessência
Grupo Referências
Grupo Refy Samba
Grupo Replay
Grupo Revelação
Grupo Rizzueto
Grupo Sambaí
Grupo Santa Malícia
Grupo Sem Razão
Grupo Show de Bola (2)
Grupo Sou Muleke
Grupo SoulBlack
Grupo Tá Na Mente
Grupo Tempero
Grupo Toda Hora
Grupo Tonalidade
Grupo Tykerê
Grupo Y-no
Grupo Zueira
Gustavo Lins
Harmonia do Samba
ImaginaSamba
Inimigos da HP
Intuição
Jack Fernandes
Jeito Inocente
Jeito Moleque
Jhonatan Alexandre
Jhonny & Erika
Jongô
Juninho Simpatia
Júnior Lordelo
Junior Werneck
Karametade
Katinguelê

Ki-Garotos
Kiloucura
Lance de Primeira
Lemoss
Leva Nóiz
Levemente Sensual
Luance
Marcelinho S/a
Marcelo Jotta
Max Pierre
MC Babi e Rodriguinho
Miliko San
Molejo
Mulekagem
Mumuzinho
Na Hora H
Nadson Santos
Negritude Junior
Netinho de Paula
No Styllo
Nossa Kara
Nosso Esquema
Nosso Sentimento
Nosso Tema
Nosso Tom
Nosso Verso
Nuwance
Os Travessos
Oz Bambaz
Pagode Fashion Week
Pagode Pra Namorar
Para de K.O
Parangolé
Pegada Black
Péricles
Peu do Violão
Pique Novo
Pixote

Pratisambá
Projeto Feijoada
Psirico
Pur’amizade
Pura Cadência
Pura Inocência
Puro Samba
Quando A Idade Chegar (q.i.c)
Raça Negra
Rafael Passos
Raghatoni
Refla
Rodrigo Jorge da Silva
Rodriguinho
Saiddy Bamba
Samba Livre
Sambatuca
Sampa Crew
Samprazer
Sem Compromisso
Sensação
SidyBLaCk
Simplicidade S/A
Só Pra Contrariar
Só Preto Sem Preconceito
Sociedade do Samba
Sorriso Maroto
Soweto
Suel
Swing & Simpatia
Tenta Samba
Thiaguinho
Thiaguinho e Rodriguinho
Turma do Pagode
Zeca Pagodinho



Saiba mais sobre a história do estilo musical: Pagode.

O pagode é um gênero musical nascido do samba. A História do Pagode tem suas origens no Rio de Janeiro entre o final da década de 1970 e início da década de 1980, a partir da tradição das rodas de samba feitas nos “fundos de quintal”.

O termo “pagode” está presente na linguagem musical brasileira desde, pelo menos, o século XIX. Inicialmente, era associado às festas que aconteciam nas senzalas e, mais tarde, se tornou sinônimo de qualquer festa regada a alegria, bebida e cantoria.

Com o passar do tempo, o termo “pagode” começou a ser usado como sinônimo de samba, por causa de sambistas que se valiam deste nome pra suas festas, ou, seus pagodes.

Como vertente musical, o pagode nasceria exatamente dessa manifestação popular completamente marginal aos acontecimentos musicais dos grandes meios de comunicação brasileira. A partir do surgimento de nova geração de sambistas no Rio de Janeiro nos anos oitenta, oriunda desses pagodes e que inovaria a forma de se fazer samba, o termo “pagode” batizar espontaneamente o novo estilo musical derivado do samba.

Antigamente, pagode era considerado como festa de escravos nas senzalas de escravos negros e quilombos. Em meados do século XIX, o termo passou a designar reuniões para se compartilhar amizades, música, comida e bebida.

Os Pagodes da Tia Doca

Com a abolição da escravatura e fixação dos negros libertos no Rio de Janeiro, que têm uma relação intrínseca com o sincretismo de religiões de origem africana, como o candomblé umbanda, o pagode se consolidou a partir do século XX como uma necessidade de compartilhar e construir identidade de um povo recém liberto, e que precisa dar outra função ao corpo que até então é somente instrumento de trabalho.

Por isso a relação estreita entre música e dança na cultura de origem africana, além do fato de ter a síncopa como principal característica da construção técnica-musical, derivada da percussão marcadora do ritmo. (leia mais em: história do samba).

A malandragem e os morros cariocas deram aos pagodes, e na década de 1970, o termo estava muito associado a festas em casas, geralmente nos fundos de quintais, e quadras dos subúrbios cariocas e de favelas e nos calçadões de bares do Centro do Rio, regadas a bebida e com muito samba.

O pagode, como manifestação cultural, apareceu nos meios de comunicação somente em 1978, quando os cantores Tim Maia e Beth Carvalho foram visitar a quadra do Cacique de Ramos, um bloco carnavalesco do bairro de Ramos, no subúrbio carioca.

O bloco era uma popular reduto de sambistas anônimos e jogadores de futebol, que se reuniam aos finais de semana para comer, beber e cantar. A convite do ex-jogador de futebol Alcir Portela, Beth Carvalho foi conhecer um grupo de sambistas conhecidos como Fundo de Quintal, um grupo que tinha entre um de seus vocalistas Almir Guineto, ex-diretor de bateria da escola de samba Unidos do Salgueiro.

O Fundo de Quintal fazia um samba diferente, misturado com outros ritmos africanos não tão difundidos e que tinha uma sonoridade nova, com a introdução de instrumentos como banjo com braço de cavaquinho (criado por Almir Guineto) e o repique de mão (criado pelo músico Ubirany) e a substituição do surdo pelo tantã (criado pelo músico e compositor Sereno).

Beth gostou daquele samba feito no Cacique de Ramos e começou a gravar composições desses novos sambistas, ajudando a revelar nomes como Zeca Pagodinho, Jorge Aragão, Almir Guineto e o Fundo de Quintal.

Com boa aceitação de público aos “pagodes” gravados por Beth Carvalho, outros começaram a ser gravados no início da década de 1980, e os próprios sambistas revelados pela cantora passaram a ser lançados e difundidos nas emissoras de rádio e canais de televisão pela indústria fonográfica. Desta forma, se consolidava um novo estilo musical dentro do samba.

No final daquela década, nasceria uma nova vertente dentro do pagode, que se popularizaria na década seguinte. Estimuladas por necessidades comerciais, a indústria fonográfica avalizou a gravação de pagodes com uma roupagem mais “adocicada” tanto na letra, mas principalmente na harmonia, que ficou bastante modificada pelos constantes acordes sintetizados dos teclados eletrônicos, os quais resultam em um som com uma roupagem muito mais pop. Foi o caso do sucesso “Parabéns Pra Você”, do Grupo Fundo de Quintal.

História do Pagode

Ao mesmo tempo, determinados grupos, oriundos principalmente dos subúrbios paulistanos, começaram a adaptar coreografias e roupas de conjuntos vocais estadunidenses (como The Temptations, The Stylistics, Take 6) sob uma base rítmica próxima ao pagode como se conhecia até então, mas completamente diferentemente dos trabalhos de cantores como Bezerra da Silva e Zeca Pagodinho.

As gravadoras apostaram com força nessa vertente mais “açucarada” de pagode injetada por letras românticas e instrumentos eletrônicos (até então praticamente alheios ao samba), pois viam nesse novo pagode um grande potencial para ser tocado em grandes concertos e competir com os artistas sertanejos populares daquele momento.

A partir dessas modificações, nasceu o pagode romântico, um estilo de pagode muito distante de suas originais feições, embora tenha se tornado tão ou mais popular do que o pagode original.

O pagode designa festas, reuniões para se compartilhar amizades, música, comida e bebida. Surge como celebração do samba em meados do século XIX e se consolida no século XX no Rio de Janeiro. Mesmo antes já eram celebradas estas festas em senzalas de escravos negros e quilombos.

Com a abolição da escravatura e fixação dos negros libertos no Rio de Janeiro – muitos deles negros baianos, e que têm uma relação intrinseca com o sincretismo de religiões de origem africana, como o candomblé, a macumba – o pagode se consolida com a necessidade de compartilhar e construir identidade de um povo recém liberto, e que precisa dar outra função ao corpo que até então é somente instrumento de trabalho. Por isso a relação estreita entre música e dança na cultura de origem africana, além do fato de ter a síncopa como principal característica da construção técnica-musical, derivada da percussão marcadora do ritmo.

Antigamente, pagode era considerado como festa de escravos nas senzalas.

No final da década de 1970, no Rio de Janeiro o termo passou a ser associado a festas em casas e quadras dos subúrbios cariocas, nos calçadões de bares do Centro do Rio e da periferia, regadas a bebida e com muito samba. A palavra pagode no sentido corrente surgiu de festas em favelas e nos fundos de quintais cariocas que falavam sobre sentimentos (alegrias e tristezas) das pessoas que lá moravam.

O ‘samba adquiriu diferentes formatos ao longo de várias décadas, entre os quais, “samba de breque”, “samba-canção”, “samba-enredo”, “samba de partido-alto”, , “samba-puladinho”, “samba-sincopado” (ou gafieira), “samba de rancho”, “samba de roda”, “samba com Axé” e Samba-Reggae”. O pagode é mais uma forma derivada do samba no final da década de 1970.

O pagode apresenta diferenciações nítidas do samba. Tem andamento mais ligeiro, agressivo, além de introduzir o repique de mão criado pelo músico Ubirany, do grupo Fundo de Quintal, o tantã (criado pelo músico e compositor Sereno, do grupo Fundo de Quintal) e o banjo com braço de cavaquinho (criado por Almir Guineto). É um ritmo de mais festeiro do que o samba tradicional.

Gênero tipicamente popular, o pagode tornou-se logo sucesso nacional em festas nos subúrbios da cidade do Rio de Janeiro, especialmente pela aglutinação espontânea de sambistas em Ramos, Abolição, Madureira, Oswaldo Cruz, Vista Alegre, entre outros.

Os primeiros pagodeiros de destaque foram Almir Guineto, Zeca Pagodinho, Caprí, Deni de Lima, o grupo Fundo de Quintal, Jovelina Pérola Negra, Jorge Aragão, Mauro Diniz e Nei Lopes. Um importante álbum do gênero é “Raça Brasileira”, de 1985, que conta com a participação de muitos destes artistas.

No ano seguinte, seria lançado o primeiro álbum de Zeca Pagodinho, que obteve vendagens expressivas.

Com o passar do tempo, o gênero passou a aceitar ás vezes instrumentos como o teclado (como em “Parabéns Pra Você”, do Fundo de Quintal). E na década de 1990, o pagode de raiz foi perdendo cada vez mais terreno para um variante mais comercial, com grandes índices de vendagem.

Grupos não só cariocas, mas também paulistanos tiveram. um êxito, notadamente por tocarem um estilo mais romântico. Hoje, este pagode comercial convive com o de raiz, e ambos têm sucesso comercial no Brasil.