Conheça alguns dos melhores e mais importantes filmes sobre o mundo do rock

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Conheça alguns dos melhores e mais importantes filmes sobre o mundo do rock

Gênero esteve ligado ao cinema desde o início

– Conheça alguns dos melhores e mais importantes filmes sobre o mundo do rock

Desde o seu início, o rock e o cinema andam juntos, afinal um dos primeiros momentos em que se percebeu a força do gênero foi justamente quando “Sementes de Violência” (“Blackboard Jungle” de 1955) criou um clima de histeria e destruição em salas de cinema nos EUA graças ao uso de “Rock Around The Clock” de Bill Haley em sua abertura.

Desde então tivemos muita coisa: os musicais com astros dos anos 50 e iníco dos 60, os filmes de Beatles e Elvis Presley, os documentários de festivais e shows, cinebiografias e milhares de longas que tiveram o rock como tema principal.

No “Dia Mundial do Rock”, o Vagalume preparou uma seleção de alguns grandes filmes que têm o estilo em sua alma, em uma lista ampla que abriga longas de diversos gêneros feitos desde a década de 60 até os dias de hoje.

“A Hard Day’s Night” – 1964

O primeiro filme dos Beatles capta perfeitamente o início da beatlemania com toda a sua excitação e clima de novidade. Bem humorado e com direção exemplar de Richard Lester, esse é daqueles filmes que certamente saiu bem melhor do que qualquer um dos envolvidos poderia imaginar e ainda hoje pode ser visto com imenso prazer.

Veja também: “Roberto Carlos Em Ritmo de Aventura“, com Roberto Carlos e direção de Roberto Farias que conseguiu trazer para o Brasil de 1967 o clima visto nos filmes do quarteto de Liverpool.

“Woodstock” – 1970

O documentário de festival por excelência, “Woodstock” registrou para a posteridade aqueles três dias de paz, amor e uma boa quantidade de caos e muitas performances antológicas de nomes como Jimi Hendrix, The Who, Santana e Sly and the Family Stone. Grande sucesso de crítica e bilheteria, o filme ganhou o Oscar de melhor documentário em 1971 e, mais importante, espalhou o ideário hippie e a criação de “Woodstocks locais” em diversas cidades e países.

Veja também: “Monterey Pop” de 1968 dirigido por D. A. Pennebaker registrou o primeiro grande festival da história do rock e deixou para a história outros grandes momentos de The Who, Jimi Hendrix (ambos em sua fase mais, literalmente, destrutiva e incendiária) e Otis Redding



“Gimme Shelter” – 1970

Se em “Woodstock” temos um evento que tinha tudo para dar muito errado e no final acabou funcionando, “Gimme Shelter”, mostra o festival de Altamont, que tinha tudo para dar certo e fracassou de forma monumental.

Realizado em dezembro de 1969 pelos Rolling Stones, a ideia era a de que esse show, com a banda de Jagger de headliner e mais uma série de convidados, fosse uma espécie de “Woodstock da Costa Oeste”. Infelizmente, o que se viu foi uma cenário de caos e desorganização captados pelas lentes dos irmãos Maysles que estavam documentando a turnê americana dos Stones. “Gimme Shelter” flagra a banda em seu auge, e tem várias performances musicais antológicas, mas elas acabam ficando em segundo plano quando vemos o verdadeiro clima de guerra que se instaurou no Autódromo onde o show foi realizado.

O longa acabou famoso por mostrar um espectador sendo assassinado pelos Hell’s Angels – que fazia a “segurança” do evento – e Altamont passou a ser considerado o momento em que os sonhos de paz e amor hippie se dissolveram, pondo assim um ponto final nos anos 60 e o que eles simbolizaram na cultura pop.

Veja também: “Fyre Festival: Fiasco no Caribe“. O filme de Chris Smith lançado este ano na Netflix mostra outro festival que deu extremamente errado – os shows sequer aconteceram – mas aqui o clima é mais bem-humorado.

“Tommy” – 1975

Dirigido por Ken Russel, a ópera rock do The Who virou um filme exagerado e com vários momentos que atentam ao bom gosto. Ou seja, ele é divertidíssimo de se ver. O vocalista Roger Daltrey faz bem o papel título e ainda temos participações especiais de Elton John, Eric Clapton e Tina Turner.

Veja também: “The Wall” de Alan Parker(1982) também transforma um álbum conceitual em filme – a diferença é que aqui ele usa as gravações originais do Pink Floyd. O filme também tem cenas de puro delírio e é daqueles que tem admiradores e detratores, mas, se você é fã, certamente irá curti-lo, nem que seja pela música.

“The Last Waltz” – 1977

Martin Scorsese sempre foi um grande fã de rock and roll, sempre incluindo brilhantemente músicas do gênero em cenas chave de seus filmes. Antes de se tornar um dos maiores cineastas da história ele também trabalhou como montador e assistente de direção de “Woodstock” e aqui, ele fez um dos mais belos registros de show de todos os tempos.

O longa preserva para a posteridade o último show da The Band em um evento de gala que teve além do quinteto, um grande número do convidados especiais. Joni Mitchell, Neil Young, Van Morrison e, como não podia deixar de ser, Bob Dylan, de quem eles foram a banda companhante na famosa turnê de 1966 do cantor e compositor, quando ele resolveu abraçar a música elétrica.

Décadas depois, Scorsese viria a dirigir excelentes documentários sobre o próprio Dylan, em duas ocasiões, e George Harrison.

Veja também: “Let It Be“, o último filme dos Beatles não é fácil de se ver hoje em dia de maneira oficial, já que ele nunca saiu em DVD. Mas o filme de Michael Lindsay-Hogg de 1970 mostra o momento em que o quarteto começa a se dissolver.



“This Is Spinal Tap” – 1984

Provavelmente o filme mais cultuado desta lista, “Spinal Tap” nunca passou no Brasil e nem ganhou edição nacional em DVD – mas chegou a passar na TV à cabo nos anos 90 – mas se você gosta de rock e de dar risadas ele é obrigatório.

Dirigido por Rob Reiner, o longa é um “falso documentário” sobre essa banda de heavy metal surgida no início dos anos 60 que está em uma turnê pelos EUA buscando reviver a sua carreira. Feito em clima de improviso, o longa brinca com variosos clichês do mundo do rock e deixou como legado um punhado de cenas clássicas – a sessão de autógrafos onde ninguém aparece, o palco com o monumento de Stonhenge em versão miniatura, os músicos se perdendo nos bastidores antes de subir ao palco e muito mais.

Veja também – “The Rutles – All You Need is Cash” – feito em 1978 pelo Monty Python Eric Idle, esse filme, também feito como um falso documentário, conta a hisória da maior banda de todos os tempos, os Beatl…, quer dizer , os Rutles. O que se vê na tela é uma paródia arrasadora de toda a carreira do quarteto de Liverpool com participações especiais de Mick Jagger, Paul Simon e até do próprio George Harrison.

“Sid & Nancy – O Amor Mata” – 1986

A cinebiografia do trágico casal do punk inglês dirigida por Alex Cox é daquelas que dividiu críticos, público e testemunhas oculares do período. Ainda assim o filme merece ser visto graças à performance de Gary Oldman no papel de Sid Vicous, o segundo baixista dos Sex Pistols e um dos rostos símbolo do punk inglês, e também por uma participação de uma então desconhecida Courtney Love.

Como é comum nesse tipo de biografia, o começo tende a ser mais empolgante ao mostrar a excitação trazida pelo movimento punk e todo o clima de novidade. A segunda metade, com o casal cada vez mais afundado nas drogas que os levará ao previsível, e chocante, final é mais difícil de se assistir.

Veja também: “The Filth and the Fury” dirigido por Julien Temple em 2000 é um documentário sobre os Sex Pistols com cenas raras da banda e depoimentos exclusivos. Bastante instrutivo, ele explica a importância que a banda teve para o rock e os trata com o merecido respeito.


“Backbeat – Os Cinco Rapazes de Liverpool” – 1994

Ainda hoje, uma grande cinebiografia sobre os Beatles não foi feita, afinal, tudo que diz respeito à banda acaba envolvido em longas, e custosas,discussões. Isso não significa que que parte da trajetória deles não tenha sido levado às telas em alguns momentos. Tome por exemplo esse filme, focado no início da carreira deles, quando eram um quinteto com Stu Sutcliffe e o baterista Pete Best no posto que logo seria de Ringo Starr.

O longa capta o momento em que eles estão prestes a estourar, quando ganham mais e mais confiança em suas temporadas em inferninhos de Hamburgo na Alemanha e também dirige seu foco para a relação entre Lennon e Stu (que morreria em 1962 com apenas 21 anos vítima de uma hemorragia cerebral).

A trilha do filme, composta apenas por covers que os Beatles tocavam nesse período, foi feita pela “Backbeat Band” um supergrupo de rock alternativo formado por Dave Grohl do Nirvana e Foo Fighters, Thurston Moore do Sonic Youth, Greg Dulli dos Afghan Whigs, Dave Pirner do Soul Asylum e Mike Mills do REM.

Veja também: “Nowhere Boy/O Garoto de Liverpool“. Lançado em 2009, esse filme também mostra os anos de formação dos Beatles ao mostrar a adolescência de John Lennon, a sua relação conflituosa com a mãe e a tia e o seu encontro com Paul McCartney que mudaria a sua (e a nossa) vida.

“The Wonders – O Sonho Não Acabou” – 1996

O filme traz como cenário os anos 60 dos Estados Unidos, que embarcavam na febre beatlemaníaca, e mostra a trajetória de altos e baixos da banda fictícia The Wonders, que, ao lançar seu único e grande hit, abandona o conforto da Pensilvânia para cumprir uma agenda de shows e buscar sua grande chance no mercado musical.

Com roteiro e direção de Tom Hanks, que também atua no papel de empresário do grupo, o longa recebeu indicações para o Oscar e para o Globo de Ouro na categoria de Melhor Canção Original, com a música “That Thing You Do“, escrita por Adam Schlesinger.

Veja também: “Febre de Juventude“, de 1978 é o primeiro filme de Robert Zemeckis, que nos anos seguintes fez “De Volta Para o Futuro” e “Forest Gump”. Ele também capta um pouco do que foram os anos da Beatlemania por um prisma diferente, ao focar a sua ação em um grupo de fãs dos Beatles que fazem de tudo para conseguir ver o quarteto de Liverpool participando do programa de Ed Sullivan.

“Quase Famosos” – 2000

Escrito e dirigido por Cameron Crowe, “Quase Famosos” é um filme de caráter auto-biográfico e conta a história de um adolescente de 15 anos, apaixonado por rock n’ roll, que persegue o sonho de trabalhar como jornalista musical e consegue a chance de acompanhar a turnê de uma banda chamada Stillwater, na intenção de escrever uma matéria para a revista Rolling Stone.

O filme retrata muito bem a vibe do rock setentista, conforme o rapaz segue viajando ao lado dos músicos, presenciando brigas internas da banda, hospedando-se em hotéis lotados de fãs, que sonham em encontrar seus ídolos, conhecendo pessoas novas e apaixonando-se pela primeira vez. Com uma trama e personagens bem trabalhados, o longa ainda conta com uma trilha sonora de peso, que inclui Led Zeppelin, Elton John, Black Sabbath, Deep Purple, The Who, Lynyrd Skynyrd, MC5 entre outros.

A versão em DVD conta com comentários do próprio Crowe e sua mãe e é imperdível para quem gostou do filme, e também se ineresse por jornalismo rock.

Veja também – “Rock Star”– Lançando em 2001, o filme mostra o cenário oitentista do rock e traz Mark Wahlberg e Jennifer Aniston no elenco. A história gira em torno de um vocalista, que abandona seu trabalho de vendedor, ao se tornar o frontman da sua banda preferida, a Steel Dragon. O longa ainda conta com a presença do guitarrista Zakk Wylde e do baterista Jason Bonham, filho de John Bonham do Led Zeppelin.

“24 Hour Party People/ A Festa Nunca Termina” – 2002

Dirigido por Michael Winterbottom, esse divertido filme britânico conta (com um bocado de liberdade) a história da Factory, um dos mais importantes selos independentes da história, através de seu criador, o saudoso Tony Wilson (em interpretação brilhante de Steve Coogan) e suas principais descobertas: O Joy Division (posteriormente New Order) e os Happy Mondays. Para quem gosta dessas bandas, ou quer entender a história do rock entre o final dos anos 70 e o início dos 90 através de um prisma alternativo, ele é uma excelente pedida,

Veja também – “Control” de Anton Corbijn pode ser visto como o negativo de “A Festa Nunca Termina”. O fotógrafo, aqui estreando em longas, conta a trágica história de Ian Curtis, o vocalista do Joy Division que se matou com apenas 23 anos, de forma sóbria e séria.

“Escola do Rock” – 2003

Saber que o rock tem futuro é algo anima a todos os ouvintes do gênero, e é nisso que a “Escola do Rock” aposta e faz muito bem. O longa nos apresenta ao guitarrista Dewey Finn (Jack Back), que ao ser expulso de sua banda e ver sua conta bancária vazia, se passa pelo seu amigo de quarto e começa a dar aulas como professor de música substituto em uma escola de elite. Mesmo sem experiência no cargo, Finn percebe que alguns de seus alunos têm talento e forma um banda com os estudantes, ainda buscando o seu sonho de se tornar uma estrela do rock.

Sem perder o ar divertido, o filme vem recheado de cenas bem legais das crianças sendo cativadas pela música, em especial, pelo rock n’ roll, além de algumas lições de moral envolvendo o gênero. Jack Black, inclusive, chegou a ser indicado ao Globo de Ouro, na categoria de “Melhor Ator em Comédia ou Musical”.

Veja também – “Tenacious D – Uma Dupla Infernal” – Comédia interpretada pelo próprio Jack Black e pelo ator Kyle Gass, que leva o nome da banda formada pelos dois, e que mostra a dupla numa hilária perseguição pela ‘palheta do destino’, na intenção de alcançar o sonho do sucesso no rock n’ roll. O filme ainda conta com a participação de Dave Grohl e Ronnie James Dio. Black também está em “Alta Fidelidade” como o inesquecível funcionário de lojas de discos Barry, no filme baseado no livro de Nick Hornby.

“Some Kind Of Monster” – 2004

Em forma de documentário, “Some Kind Of Monster” apresenta os bastidores da trajetória do Metallica a partir de 2001 até meados de 2003, com o lançamento do álbum “St. Anger”.

O filme tinha a intenção de ser apenas um making of do disco, mas acabou por revelar todos os meandros de uma grande banda de rock, especialmente uma vivendo um período de imensa crise. Uma das cenas mais comentadas do filme, mostra, por exemplo, o ressentimento do frontman do Megadeth, Dave Mustaine, por ter sido demitido do grupo em 1982 pelo seu problema com álcool.

Alguns fãs podem ter reclamado de ver os seus ídolos tão expostos, mas não se nega a coragem da banda de ter aceitado mostrar esse seu lado, que a maioria das bandas preferiria esconder, para o grande público.

Veja também: “Tantrums & Tiaras“: Não é novidade que Elton John tem a fama de temperamental e dado a crises de estrelismo. E esse filme, dirigido pelo seu marido David Furnish, mostra tudo isso e um pouco mais em um divertido retrato do astro que recentemente ganhou sua cinebiografia. Para os brasileiros há ainda o extra de podermos ver várias cenas ao vivo de sua primeira visita ao Brasil em 1995.



“Anvil – The Story Of Anvil” – 2009

O mundo do rock está cheio de casos heroicos com histórias de fama repentina, dinheiro, drogas, discos de sucesso e shows para multidões. Um pouco menos lembrados são os casos daqueles para quem o sonho do rock and roll mais se assemelha a um pesadelo, ou quase isso. Esse belo documentário mostra um pouco dessa vida através do Anvil, uma banda canadense de metal, que quase chegou lá, mas nunca conseguiu desfrutar dos prazeres que muitos de seuss colegas de geração conseguiram.

O filme de Sacha Gervasi é daqueles que leva o espectador a uma montanha russa de emoções: há momentos de humor involuntário, outros de tragicomédia e também de drama, assim como outros de enorme sensibilidade. Não à toa ele foi chamado de “Spinal Tap da vida real”. O fato é que é difícil assistir a “Anvil” e continuar vendo o mundo do rock da mesma forma.

Veja também: “Standing In The Shadows Of Motown“. Esse filme de 2002 dirigido por Paul Justman é uma carta de amor a todos músicos que contribuem quase sempre de forma anônima para o sucesso de tantos discos. O documentário joga luz sobre os Funk Brothers, os músicos que formavam a “banda da casa” da Motown. Ou seja, as pessoas por trás de uma infinidade de hits gravados por Temptations, Supremes, Marvin Gaye, Stevie Wonder, The Jackson 5 e tantos outros. Um filme para aprender e se emocionar.

“The Runaways – Garotas do Rock” – 2010

O filme apresenta a história do The Runaways, a primeira banda de rock formada apenas por garotas, considerada uma das mais importantes do cenário, por ter aberto portas para outras do sexo feminino.

Mostrando a curta trajetória do grupo, de 1975 a 1979, o longa foi baseado no livro escrito pela vocalista Cherie Curie, que acompanhou de perto as filmagens ao lado da guitarrista, Joan Jett, um dos principais nomes do rock até hoje.

O filme conta com Dakota Fanning e Kristen Stewart no elenco, que seguram bem os papeis das integrantes citadas acima, e torna-se bastante interessante por retratar o difícil começo das garotas, apenas adolescentes na época, mostrando a rebeldia, o duro envolvimento com sexo, álcool e drogas, o preconceito vivido em um meio que era tomado por homens, o sucesso na Europa e no Japão e os problemas de relacionamentos entre elas e o empresário.

Veja também – “Tina” ou “What’s Love Got to Do with It” no original é o longa sobre Tina Turner baseado em sua autobiografia. Aqui também temos a história de uma mulher forte que tenta sobreviver em um mundo dominado pelos homens, com o adendo dela ainda sofrer horroes na mão de seu marido Ike Turner, o típico caso de gênio da música que se revela um ser humano da pior espécie.


“Bohemian Rhapsody” – 2018

A cinebiografia do Queen, e de seu vocalista Freddie Mercury, teve gestação acidentada. Foram anos de preparativos, muitas versões do roteiro e atores sendo confirmados (e depois descartados) para o papel de Mercury. Mesmo durante as filmagens, as coisas não correram bem, culminando com a demissão do diretor Bryan Singer no meio da produção (Dexter Fletcher foi quem assumiu o projeto, ainda que Singer tenha sido creditado no final).

Aí o filme saiu e foi recebido sem muito entusiasmo pela imprensa, ainda que a performance de Rami Malek tenha sido unanimemente saudada. Mas, no final, o público abraçou a cinebiografia – que também foi criticada por mexer bastante com a cronologia dos fatos – e transformou “Bohemian Rhapsody” em um grande fenômeno de bilheteria que ainda faturou quatro Oscars para casa.

Veja também: “The Doors”, a cinebiografia da clássica banda sessentista, e de seu líder Jim Morrison, também dividiu os críticos e fãs mais radicais quando saiu em 1991, mas acabou se mostrando um grande sucesso de bilheteria. Mesmo com alguns problemas, não se nega que o filme de Oliver Stone é competente e, também ajudou a apresentar a música dos Doors para toda uma nova geração.

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