Conheça os enredos, e ouça os sambas, das escolas do Grupo Especial do Rio de Janeiro!
A cantora Alcione, a história do Caju, o “Almirante Negro” e uma reedição de um desfile de 1993 estão entre os temas que srão mostrados na Avenida
– Conheça os enredos, e ouça os sambas, das escolas do Grupo Especial do Rio de Janeiro!
Domingo, Dia 11:
Porto da Pedra – “Lunário Perpétuo: a Profética do Saber Popular”

Voltando ao grupo especial, a Porto da Pedra vai abrir a série de desfiles de 2024 neste domingo (11) um enredo bastante curioso. O Lunário Perpétuo foi um almanaque publicado na Espanha em 1594 que trazia em suas páginas informações sobre inúmeros aspectos da vida. Ele chegou ao Brasil 200 anos mais tarde.
Beija-Flor – “Um Delírio de Carnaval na Maceió de Rás Gonguila”

Uma das mais queridas agremiações do Rio e do país, a Beija-Flor ficou em um razoável quarto lugar em 2023, ainda que ela sempre entre na Sapucaí para conquistar o campeonato. Neste domingo, a Escola homenageia a cidade de Maceió através de Rás Gonguila, um filho de escravos que acreditava ter descendência nobre.

Sétimo lugar em 2023, o tradicional Salgueiro vai para a Sapucaí com um enredo forte e politizado em favor do povo indígena Yanomami.
Grande Rio – “Nosso Destino É Ser Onça”

Vice-campeã em 2023, a Grande Rio buscou inspiração para o seu enredo no livro escrito por Alberto Mussa em 2009 onde a simbologia da onça, e sua figura, em nosso imaginário cultural é dissecada.
Unidos da Tijuca – “O Conto de Fados”

Após um nada confortável nono lugar em 2023, a ###artista#Unidos da Tijuca### vai buscar uma melhora de posicionamento contando a história de Portugal a partir de suas lendas, música e todo o misticismo, que são tão importantes na história do país.
Imperatriz Leopoldinense – Com a Sorte Virada Pra Lua, Segundo o Testamento da Cigana Esmeralda

Grande campeã do ano passado, a Imperatriz Leopoldinense vai atrás de mais um título, seu décimo, levando para a Sapucaí um enredo baseado em texto escrito há mais de um século pelo poeta Leandro Gomes de Barros. Nele, o paraibano contou a história do tal testamento deixado pela cigana Esmeralda que inspira o desfile. A Escola encerra o primeiro dia na Sapucaí.
Segunda-Feira, dia 12
Mocidade de Padre Miguel – “Pede Caju Que Dou… Pé de Caju Que Dá!”

Após o susto do ano passado quando só não caiu por um milagre, a Mocidade busca dar a volta por cima contando a história de uma fruta bem brasileira: o caju. Curiosidade: o humorista Marcelo Adnet é um dos autores do samba-enredo da Escola.

Sinônimo de tradição, a centenária Portela é a maior campeã da história do carnaval do Rio de Janeiro são 22 títulos. Nesta segunda, a azul e branco vai mostrar um enredo baseado no livro “Um defeito de cor” (2006), de Ana Maria Gonçalves. A obra conta a história de Luísa Mahin, que chegou ao Brasil como escrava ainda menina e ajudou a tramar um levante em Salvador nas primeiras décadas do século 19, em movimento que ficou conhecido como a Revolta dos Malês.
Vila Isabel – Gbalá: Viagem ao Templo da Criação

A Vila Isabel apostou as suas fichas para o título de 2024 em um “remake”. A Escola vai reeditar o seu desfile de 1993 que ficou em oitavo lugar naquele ano. Com o samba composto por Martinho da Vila, vencedor do Estandarte de Ouro de melhor, a escola quer, através do desfile, “pensar os males que os homens fazem contra o planeta Terra e a possibilidade de nos salvarmos pela candura das crianças”.
Mangueira – “A Negra Voz do Amanhã”

Sempre entrando na avenida com grandes ambições, a Mangueira vai prestar uma grande homenagem a Alcione. Além de levar a vida da Marrom para o Sambódromo, a Escola também vai usar a cantora para falar do Maranhão, estado onde ela nasceu, e toda a sua cultura.
Paraíso do Tuiuti – “Glória Ao Almirante Negro”

João Cândido, o “Almirante Negro” foi o escolhido para ter a sua história contada em forma de desfile pela Tuiuti. Nascido em 1880, ele foi o líder da “Revolta da Chibata” que buscou colocar um fim nos maus-tratos enfrentados por ele e seus colegas dentro da Marinha do Brasil.

Vice-campeã de 2023, a Viradouro vai encerrar a sequência de desfiles já na madrugada de terça-feira com um tema místico: o culto ao vodum serpente, originado na Costa Ocidental da África.
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