Como Baixar Músicas Velha Guarda?

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Velha Guarda

Conheça mais sobre o estilo musical Velha Guarda.

A Velha Guarda tem uma importância fundamental não somente para as Escolas de Samba, mas também para a cultura do samba como patrimônio de uma das mais tradicionais cultura genuinamente brasileira, que é o samba. Entendo que a principal função de uma Velha Guarda é justamente manter viva as tradições, matriz fundamental que diferencia o carnaval brasileiro do restante dos carnavais que acontecem no mundo. Velha guarda preserva histórias e tradição das escolas de samba Em SP, seu Carlão do Peruche é um dos membros da velha guarda. Para participar da ala é preciso ter 50 anos de idade e 25 anos de escola. Com o “Crescimento das escolas de Samba”, se é que podemos chamar de crescimento, muito se prioriza a parte financeira para a subsistência material das escolas de samba, esquecendo da parte cultural elemento fundamental para manter viva a riquíssima história das agremiações. Hoje com raras exceções MUITAS agremiações tem desprezado essa camada do samba nacional, que são os nossos “Cabeças Brancas”. Justamente os que iniciaram e que mais contribuíram e contribuem para o enriquecimento cultural dessa manifestação nacional chamada ESCOLA DE SAMBA.


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Lista dos Artistas e Ranking das Músicas de Velha Guarda

Principais Artistas do Velha Guarda



Saiba mais sobre a história do estilo musical: Velha Guarda.

A Velha Guarda da Portela é um grupo brasileiro de samba idealizado por Paulinho da Viola em 1970 reunindo os membros mais antigos da escola de samba Portela.

O grupo foi reunido inicialmente para a gravação do disco “Portela Passado de Glória” em 1970. Sua formação original era Aniceto da Portela, Mijinha, Manaceia, Alberto Lonato, Ventura, Alvaiade, Chico Santana, Antônio Rufino, Alcides Dias Lopes (mais conhecido por Alcides Malandro Histórico), Armando Santos e Antônio Caetano.
A IMPORTÂNCIA DA VELHA GUARDA PARA O SAMBA E A CULTURA BRASILEIRA

A Velha Guarda tem uma importância fundamental não somente para as Escolas de Samba, mas também para a cultura do samba como patrimônio de uma das mais tradicionais cultura genuinamente brasileira, que é o samba.

Entendo que a principal função de uma Velha Guarda é justamente manter viva as tradições, matriz fundamental que diferencia o carnaval brasileiro do restante dos carnavais que acontecem no mundo.

Com o “Crescimento das escolas de Samba”, se é que podemos chamar de crescimento, muito se prioriza a parte financeira para a subsistência material das escolas de samba, esquecendo da parte cultural elemento fundamental para manter viva a riquíssima história das agremiações. Hoje com raras exceções MUITAS agremiações tem desprezado essa camada do samba nacional, que são os nossos “Cabeças Brancas”. Justamente os que iniciaram e que mais contribuíram e contribuem para o enriquecimento cultural dessa manifestação nacional chamada ESCOLA DE SAMBA.

A Velha Guarda numa escola de samba é de extrema importância para o desenvolvimento da agremiação, uma vez que a Velha Guarda é a guardiã das tradições da escola, velando para que ela não perca a sua identidade. Ela faz parte do contexto da escola e é formada principalmente por seus fundadores e integrantes que se destacaram na agremiação como passistas, mestres salas, batuqueiros, etc., e soma-se a isso as nossas queridas Baianas que no inicio do século passado ajudaram a criar o samba no Brasil.

Os membros das Velhas Guarda teoricamente participam ativamente da administração da escola, opinando, fiscalizando, mantendo as tradições da escola e de samba e são constantemente consultados por seus dirigentes. Assim é garantida a identidade do samba e do carnaval. Infelizmente não é bem assim que vemos as coisas acontecerem as velhas Guardas andam distantes do centro das decisões.

Antigamente a Velha Guarda vinha na frente apresentando a escola, e, após apresenta-la, retirava-se para as laterais aguardando a passagem da agremiação voltando ao final cumprimentando o público e encerrando o desfile. Hoje, com o advento do CARNAVAL SHOW, foi substituída, na abertura do desfile, pela comissão de frente. Talvez por não serem considerados como “QUESITOS” as Escolas de Samba não lhes dão o devido valor.

Sua importância no carnaval tem levado à criação das Associações das Velhas Guarda composta pelas escolas de samba do carnaval fazendo seus encontros.São confraternização entre as agremiações, homenagens, Batismos, rodas de conversas, etc.

Aqui em São Paulo, é preciso algumas providências urgentes, que acredito que possam ser resolvidas somente através de leis municipais.

Primeiro destinando uma verba para subsistência das velhas guardas e depois criando um lugar definitivo no Sambódromo para que possam assistir aos desfiles. No quesito samba, as nossas co-irmãs do Rio de Janeiro andam anos luz em nossa frente. Lá as Velhas Guardas se constituem no “Pavilhão Vivo”, portanto sabiamente a vida os tornam mais importantes que um Pavilhão de pano. Através de lei municipal os “cabeças brancas” cariocas tem seu lugar garantido no Sambódromo e muito respeito pelos componentes das escolas a que pertencem.Esse é um premio mais do que justo aos guardiões do samba.

E lá vem eles, primeiro os fundadores, (fundadores são todos que estiveram no momento da criação da escola, não são somente os que assinam ata de constituição como diretoria) depois os que conviveram com os fundadores e assim sucessivamente. Dessa forma constitui-se uma Velha Guarda.

Os quesitos básicos para se tornar um “Velha Guarda” são:-

Idade acima de 50 anos
Ter uma História dentro da Escola
Ter no mínimo 25 anos de serviços prestados a uma mesma agremiação
Conhecer a História de sua agremiação

A história de uma escola de samba é passada de pai para filho graças ao trabalho da Velha Guarda. São os músicos mais velhos que têm o compromisso de transmitir conhecimento aos mais novos. Para fazer parte da Velha Guarda, o integrante da escola tem que ter no mínimo 50 anos de idade e ter 30 anos no samba. Além disso, o candidato à Velha Guarda tem que mandar um currículo que vai passar por uma avaliação criteriosa.

“É um livro vivo. como os gregos faziam a história, a religião, através da transmissão falada dos mitos. A Velha Guarda é a transmissão da história da escola como se fossem mitos”, diz Saulo Banherese Júnior, da Velha Guarda da Vai-Vai.

Dona Cleusa é a porta-estandarte da Vai-Vai. Ela carrega o símbolo do cordão carnavalesco que deu origem a tudo. “Fui porta-bandeira 23 anos, a primeira, minha filha foi a segunda, então, eu deixei de desfilar em 1991, eu já não vim mais como porta-bandeira. Aí comecei a passar a ser porta estandarte. Mas no dia em que eu não estiver mais aqui, o estandarte vai para outro. E eu espero que seja para a minha filha”, diz.

Sempre muito bem vestidos, os integrantes da Velha Guarda são sempre muito bem cuidados pela diretoria da escola. “Acho que pra dar o exemplo, né? Porque nós somos de outra geração e também para dar exemplo para os mais novos”, afirma Liberto Solano Trindade, veterano do carnaval.

“A Velha Guarda é chiquérrima. eu estou com 7.9, vou fazer 80 em março se Deus permitir e ainda sambo no pé”, completa Cleudi Penteado, de 79 anos.